PRANCHAS

Guia completo de longboards: tipos, medidas e como escolher

Tipos de longboard, medidas, marcas top, setups recomendados e primeiros passos. Cruising, downhill, dancing, freeride e carving sem marketing.

Por Fillow Skate Team · 20 de março de 2026 · 13 min de leitura
Guia completo de longboards: tipos, medidas e como escolher

O longboard é mal compreendido há décadas. Para muita gente é “um skate maior” e pouco mais; para outros, tudo o que mede mais de 80 cm com rodas macias. A realidade é que debaixo da palavra “longboard” cabem pelo menos cinco disciplinas distintas, cada uma com a sua geometria, a sua prancha, as suas rodas e a sua comunidade. Se compras a pensar em passear e trazes uma prancha de downhill, vais passar mal. E vice-versa.

Este guia é o que nos teria dado jeito ler antes de comprar o primeiro longboard: anatomia real, os seis ou oito tipos importantes, medidas concretas, marcas que valem a pena, como escolher consoante o uso e os primeiros passos para não ires ao chão.

Longboard vs skate: porque há tanta confusão

O longboard nasceu no Havai e na Califórnia nos anos 50, quando os surfistas queriam transportar a sensação da água para o asfalto. Até aos anos 70, com a chegada das rodas de poliuretano, não se consolidou como disciplina própria. E até aos anos 90 não chegou a produção em grande escala com marcas como a Sector 9.

O skate clássico (popsicle) e o longboard são primos, não irmãos. Partilham quatro rodas e uma prancha, mas todo o resto muda:

CaracterísticaSkate clássico (popsicle)Longboard
Comprimento31-32″ (78-81 cm)36-50″ (90-130 cm)
Largura7.5-8.5″9-10″
TrucksStandard kingpinReverse kingpin (RKP)
Largura dos trucks129-149 mm150-180 mm
Rodas52-56 mm / 99A65-80 mm / 78-85A
FormaSimétrica com kicktailsMuitíssimo variada (pintail, drop, dancer…)
Pensado paraTruques, street, parkDistância, velocidade, dancing

A confusão vem dos cruisers: pranchas tipo skate clássico com rodas grandes e macias. Um cruiser de 32″ pode confundir-se com um “longboard pequeno”, mas tecnicamente continua a ser skate. A fronteira real está nos trucks reverse e em superar os 36″.

Anatomia de um longboard

O deck (a prancha)

É a peça que mais varia. O que importa:

  • Materiais: o standard é o bordo canadiano (7-9 camadas) pela durabilidade. As gamas médias e altas misturam bordo com bambu (mais flex, mais leve) e fibra de vidro ou carbono (mais rigidez com menos peso). A Loaded foi pioneira em construções de bambu-fibra; hoje são referência em cruising e dancing.
  • Côncavo (curvatura lateral): plano para dancing, suave para cruising, profundo para downhill e freeride.
  • Flex (flexibilidade vertical): muito flex = mais absorção e carving, menos estabilidade a velocidade. Pouco flex = downhill. Para cruising, flex médio.
  • Camber/rocker: camber sobe no centro (mais resposta), rocker afunda no centro (mais sensação de “encaixe” no pé).
  • Tipo de montagem: top-mount (trucks por baixo, clássico), drop-through (trucks atravessam a prancha), drop-deck (zona dos pés rebaixada). Vemos em detalhe mais abaixo.

Trucks (eixes)

Aqui está a diferença-chave em relação ao skate. Os longboards usam reverse kingpin trucks (RKP): o kingpin (o parafuso central) sai pelo lado contrário ao de um skate normal. Isso dá:

  • Mais altura (o deck fica mais alto do chão).
  • Mais largura (150-180 mm de hanger contra 129-149 mm do standard).
  • Mais resposta em carving e muito mais estabilidade a velocidade.

Marcas top de trucks para longboard: Paris Trucks (os V3 são o standard da indústria), Caliber (Caliber II, gama freeride/downhill), Bear (Grizzly e Kodiak), Randal (os inventores do RKP). Para iniciantes, Paris V3 180 mm 50° é o que toda a gente recomenda — e não é por acaso.

Os bushings (as borrachas) são os que regulam quanto pivota o truck. Mais macios = mais giro, mais duros = mais estabilidade. Vêm “de fábrica” numa dureza média (87-90A); trocá-los é a primeira personalização que toda a gente faz.

Rodas de skate

Grandes e macias, tudo ao contrário do skate clássico:

  • Diâmetro: 65-80 mm (as mais comuns, 70-75 mm).
  • Dureza: 78A-85A (macias), embora as de freeride subam a 80-85A para deslizar melhor.
  • Perfil: square edge (canto quadrado) para máximo agarre, round edge (canto arredondado) para slides. Existem híbridos.
  • Forma do contacto: as offset e sidesat (cubo descentrado) têm mais agarre; as centerset desgastam de forma uniforme e são mais fáceis de rodar.

Marcas de referência: Orangatang (a marca de rodas da Loaded — Caguamas, Kegels, Stimulus), Cloud Ride, Powell Peralta (as G-Slides clássicas), Sector 9 Race Formula.

Rolamentos

O sistema ABEC (1-9) classifica a precisão, não a velocidade nem a durabilidade real para skate. Para longboard, ABEC 7 ou 9 está mais que bem. Bones Reds (relação preço-qualidade imbatível), Bones Swiss (premium), Zealous Built-In (com espaçador e anilhas integradas, extremamente cómodos).

Os 5 tipos de longboard que importam

1. Cruising (passeio)

O longboard “para ir e vir”. Distâncias curtas-médias, terreno urbano, ritmo relaxado. Prancha drop-through ou top-mount confortável, 38-42″, rodas 70 mm / 78-80A.

  • Para quem: a maioria. O longboard que 70% das pessoas compra.
  • Setup típico: drop-through, Paris 180 mm, rodas 70 mm/78A, Bones Reds.
  • Preço: 120-200€.

2. Carving (estilo surf)

Imitar o flow de surfar sobre asfalto, fazendo “S” contínuos. Aqui entram pranchas com muito flex e camber, normalmente top-mount, 36-42″.

  • Ícones: Loaded Tan Tien, Loaded Bhangra V2 (versão grande), Sector 9 Lookout.
  • Para quem: surfistas, pessoas que já andam de skate e querem fluidez.
  • Setup: top-mount, Paris 180 mm 50°, rodas Orangatang Stimulus 70 mm / 83A.

3. Dancing / freestyle

A disciplina visualmente mais bonita. Passos sobre a prancha em plano, giros, manuais longos. Precisa de pranchas MUITO compridas (45-50″+), com côncavo plano e kicktails em ambas as extremidades.

  • Ícones: Loaded Bhangra V2 (a referência mundial), Loaded Tarab, Landyachtz Stratus, Arbor Axis Bamboo.
  • Para quem: quem tem paciência e chão plano e liso. Curva de aprendizagem real, mas o resultado é espectacular.
  • Setup: top-mount, trucks 180 mm, rodas 65-70 mm / 78A (pouco peso, muito ágil).
  • Preço: 280-450€ (as pranchas de dancing boas são caras).

4. Downhill (descida)

Descer montanhas a 50-100+ km/h. Disciplina séria que requer equipamento específico, técnica e estradas fechadas ou com muito pouco trânsito. Pranchas rígidas, drop-deck ou top-mount com côncavo profundo, 35-40″, wheelbase curta para reatividade.

  • Ícones: Landyachtz Evo, Pantheon Pranayama, Rayne Demonseed, Sector 9 Bomber.
  • Para quem: pessoas com experiência prévia em freeride, equipamento completo e cabeça fria.
  • Setup: top-mount ou drop-deck, Caliber II 50° downhill, rodas 70-75 mm / 78A duras (Orangatang Kegel, Cloud Ride).

5. Freeride / sliding

A meio caminho entre o cruising e o downhill. Velocidades médias (25-50 km/h) deslizando intencionalmente para travar e controlar trajectórias. Pranchas simétricas top-mount ou drop-through, 36-40″, côncavo médio.

  • Ícones: Landyachtz Switchblade, Loaded Tesseract, Arbor Cataclysm.
  • Para quem: o passo natural a seguir ao cruising. Ensina-te a controlar a velocidade sem depender do footbrake.
  • Setup: top-mount ou drop-through simétrico, rodas freeride 70 mm / 80-85A round edge (Orangatang Stimulus, Cloud Ride 4President).

As formas de prancha (deck shapes)

É o que mais confunde ao comprar. Três famílias principais:

Pintail (clássico)

A forma “vintage”: estreita nas pontas, larga no centro, em forma de gota. Pensada para carving suave e cruising tranquilo. Top-mount quase sempre. É a imagem mental que muita gente tem do longboard “de sempre”.

  • Vantagem: estética limpa, bom carving.
  • Limitação: não adequado para slides nem downhill agressivo.
  • Exemplo típico: Sector 9 Pintail Bamboo, Arbor Fish.

Drop-through

Os trucks atravessam a prancha, montados por cima. Isso baixa o centro de gravidade 5-10 mm, tornando a prancha mais estável e fácil de empurrar (footbrake mais confortável, menos cansaço).

  • Vantagem: estabilidade, conforto para cruising e empurrão longo.
  • Limitação: menos reativa em carving do que um top-mount equivalente.
  • Exemplo: Landyachtz Drop Hammer, Loaded Icarus, Arbor Axis.

Drop-deck (drop platform)

A prancha afunda na zona dos pés. Fica ainda mais baixa ao chão do que um drop-through. Pensada para downhill e empurrão muito longo (touring de dezenas de km).

  • Vantagem: estabilidade máxima, empurrão confortável.
  • Limitação: prancha pesada, menos versátil.
  • Exemplo: Landyachtz Switch, Pantheon Trip.

Top-mount

Os trucks vão por baixo da prancha, sem a atravessar. É a configuração mais antiga e a mais reativa. Ficas mais alto do chão, o que se traduz em mais carving, mais resposta e mais alavanca.

  • Vantagem: agilidade, reatividade, melhor para freeride agressivo e dancing.
  • Limitação: menos estável a alta velocidade para iniciantes; cansa mais empurrar.
  • Exemplo: Loaded Bhangra, Loaded Tan Tien, Landyachtz Dinghy (cruiser).

Medidas: comprimento, largura, wheelbase, flex

  • Comprimento: 28-50″ (70-127 cm). Abaixo de 32″ já entras em território cruiser. Acima de 45″ já é dancing.
  • Largura: 8.5-10.5″. As pranchas de dancing vão mais largas pela estabilidade dos pés; as de downhill, mais estreitas pela agilidade.
  • Wheelbase (distância entre os dois trucks): 21-32″. Wheelbase longa = mais estabilidade a velocidade, menos giro. Curta = mais reativa, mais twitchy. Para cruising, procura algo em torno de 25-28″.
  • Flex: classificado em níveis (normalmente 1-3, onde 1 é muito rígido e 3 muito macio). Para iniciantes e carving: flex médio (nível 2). Para downhill: flex 1 (rígido).

Marcas top de longboard

Estes são os nomes que vais ver repetidamente em qualquer ranking sério:

  • Loaded Boards (EUA): a referência premium para carving, dancing e freeride. Construções bambu-fibra, durabilidade lendária. Bhangra, Icarus, Tan Tien, Tesseract são ícones. Caro mas dura anos.
  • Sector 9 (EUA): a marca que massificou o longboard nos anos 90. Catálogo enorme, desde entrada (Hopper, Aperture) até downhill. Muito boa relação qualidade-preço na gama média.
  • Landyachtz (Canadá): engenharia de prancha impecável. Drop Hammer (cruising), Switchblade (freeride), Evo (downhill), Dinghy (cruiser). Qualidade altíssima.
  • Arbor (EUA): madeira e bambu com foco na sustentabilidade, estética cuidada. Axis, Cataclysm, Fish são clássicos.
  • Globe (Austrália): muito boa gama média, especialmente cruisers grandes e dancing.
  • Rayne (Canadá): foco em downhill e freeride high-end. Demonseed, Vandal.
  • Pantheon (EUA): especialistas em pushing/touring de longa distância. Pranayama, Trip.

Marcas espanholas e europeias

  • Hydroponic (marca espanhola de skate, Barcelona): a melhor opção qualidade-preço para longboard de entrada no mercado europeu. Cruisers, longboards drop-through e dancing a preços muito mais razoáveis do que as marcas dos EUA. Se o teu orçamento é 100-180€ e vais começar, vê a Hydroponic primeiro.
  • Long Island (marca espanhola de skate): catálogo amplo em cruisers e longboards de passeio, fácil de encontrar em lojas espanholas.
  • Mindless (UK): cruisers e longboards básicos, gama de entrada honesta.

Mais detalhe sobre fabricantes nacionais no nosso post de marcas espanholas de skate.

Como escolher o teu primeiro longboard

Três perguntas e tens a resposta:

  1. Para que o queres?
    • Passear, ir ao trabalho, alguns quilómetros → cruising drop-through 38-42″.
    • Sensação de surf, fazer “S” largas → carving top-mount 38-40″ com flex (Tan Tien ou similar).
    • Dançar / freestyle → dancing 45-50″ (Bhangra e companhia).
    • Descer rampas de forma controlada → freeride simétrico 36-40″.
    • Descer estradas a velocidade → downhill drop-deck 36-38″ (e capacete integral primeiro).
  2. Quanto podes gastar?
    • 100-150€ → Hydroponic, Sector 9 entrada, Globe. Sem luxos, mas aguenta perfeitamente o primeiro ano.
    • 180-280€ → Landyachtz, Arbor, Sector 9 superior. Salto de qualidade real.
    • 300€+ → Loaded, Pantheon, Rayne. O caro normalmente é caro por alguma razão, mas não é imprescindível para começar.
  3. Que nível de skateboarding tens?
    • Zero → drop-through 40″, não compliques.
    • Sei andar de skate clássico → podes saltar para top-mount com confiança.
    • Venho do surf → carving ou dancing vão prender-te.

Primeiros passos sobre a prancha

Postura: goofy ou regular

Tal como no skate ou no snow, vais ter um pé à frente e outro atrás. Se levas o esquerdo à frente, és regular; se levas o direito, goofy. Não há melhor nem pior — é o que o teu corpo escolher. Se tens dúvidas, temos um teste: goofy vs regular.

Empurrar (push)

O push regular é com o pé traseiro (o que está atrás): pé da frente plantado a olhar para a frente, pé traseiro ao chão, empurras, recolhes, plantas. O mais confortável e eficiente.

O push goofy ou “mongo push” é com o pé da frente: o pé traseiro fica fixo e empurras com o da frente. É menos eficiente e considera-se de iniciante; tenta corrigi-lo desde o início mesmo que custe.

Travar: footbrake

É a primeira técnica que tens de dominar. Baixas o pé traseiro ao chão (igual a quando empurras) mas em vez de impulsionar, arrastas a sola apoiando peso. Trava suave se vais a baixa velocidade; se vais rápido, trava em várias passagens progressivas.

Slide básico (coleman / heelside)

Quando vais demasiado rápido para footbrake, entra o slide. O mais fácil para começar é o coleman slide ou heelside: com luvas com pucks, deitas a mão interior ao chão, rotas a prancha 90°, as rodas deslizam em perpendicular e travam. Precisa de boa superfície, rodas adequadas (round edge, 80-85A) e muito treino em plano antes de o experimentar numa descida.

Carving / pumping

Assim que souberes manter-te a direito, experimenta inclinar o corpo lateralmente e fazer “esses”. Essa é a base do carving e é o que te vai prender ao longboard. Quanto mais macios os bushings, mais giro.

Equipamento de segurança

  • Cruising tranquilo: capacete. Ponto final.
  • Freeride / velocidades médias: capacete, protectores de pulso, luvas com pucks (os slides não se fazem sem pucks).
  • Downhill: capacete integral homologado (Predator DH-6, TSG Pass, Bell Star), luvas com pucks, joelheiras e cotoveleiras, roupa que não se rompa a deslizar (fato de couro ou equivalente). Sem isto, nem subas a uma descida a sério.

A estatística que ninguém conta: a maioria das lesões graves em longboard acontece em descidas modestas (rampas urbanas) por pessoas sem capacete que pensavam “isto é só um passeio”. O capacete é o equivalente ao cinto no carro.

Diferenças entre cruiser e surfskate

  • Cruiser: prancha tipo skate clássico (28-32″) mas com rodas macias e grandes. Mais portátil, menos estável do que um longboard. Para distâncias curtas urbanas.
  • Surfskate: cruiser com um eixo dianteiro especial (Carver, YOW, SmoothStar) que pivota muito mais. Imita o surf a sério. Não serve para distâncias longas nem para downhill.
  • Longboard: prancha comprida com trucks reverse. Para distâncias, velocidade ou dancing.

Se tens dúvidas entre os três, lê o nosso comparativo surfskate vs skate vs longboard ou o resumo visual de tipos de skate.

Gamas de preço (2026)

GamaO que esperasMarcas típicas
Menos de 80€Pranchas decorativas, componentes fracos. Evitar.Genéricas de bazar / Amazon
100-150€Entry-level honesto. Serve para começar.Hydroponic, Sector 9 Hopper, Globe
180-280€Qualidade-preço top. Dura-te anos.Landyachtz, Arbor, Sector 9 médio-alto
300-450€Premium. Materiais high-end (bambu-fibra, carbono).Loaded, Pantheon, Rayne, Landyachtz Evo
500€+Custom ou downhill profissional.Custom shops, Rayne high-end

Manutenção básica

  • Bushings: troca-os quando os notes deformados ou quando quiseres mudar o feel. Duram 6-18 meses consoante o uso.
  • Rolamentos: limpa de 6 em 6 a 12 meses. Se os apanhaste com água, abre, seca e lubrifica imediatamente.
  • Rodas de skate: roda de 200 em 200 a 300 km para que desgastem uniformemente (especialmente em freeride).
  • Parafusos do kingpin: verifica que não se afrouxam. Vibram muito com os quilómetros.
  • Prancha: se for bambu-fibra, evita deixá-la ao sol e à humidade. Se for bordo puro, igual mas com mais margem.

Se quiseres mais sobre limpeza, temos guia de como limpar rolamentos de skate que se aplica igualmente ao longboard.

Para acertar no tamanho

Se vais comprar online e tens dúvidas com tamanhos ou gama de medidas, experimenta a calculadora de pranchas de skate. Embora esteja pensada para skate clássico, as recomendações de largura consoante altura/tamanho de pé também te orientam no mínimo confortável para longboard.

E para ver o catálogo alargado de fabricantes com análises e team, vê o nosso directório de marcas de skate e longboard.

Resumo rápido

  • O longboard não é “um skate maior”: muda a prancha, os trucks (reverse kingpin) e as rodas (grandes e macias).
  • Há 5 disciplinas principais: cruising, carving, dancing, freeride e downhill. Cada uma pede um setup diferente.
  • Para começar: drop-through 38-42″, Paris 180 mm, rodas 70 mm/78A, Bones Reds. 150-220€.
  • Marcas top: Loaded, Sector 9, Landyachtz, Arbor (EUA/Canadá); Hydroponic em Espanha.
  • Capacete sempre. Em downhill, equipamento completo antes de prancha nova.
  • Aprende footbrake antes de slide, e push regular em vez de mongo desde o início.

O longboard é a disciplina do skate mais próxima da sensação do surf e a única que te permite percorrer longos quilómetros sem ficares destruído. Não é truques, não é estilo de rua: é flow, distância e, se gostares, velocidade. Começar é barato, dominá-lo leva anos, e cada estilo tem a sua própria comunidade. Bem-vindo.

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